sábado, 4 de fevereiro de 2012

Sorteio Essência Móveis de Design!!!

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Torcendo!!!=)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

ArquIdéias: Dadá Lanches




Projeto e execução que se deram ao longo do ano de 2011, a lancheria e pizzaria Dadá ainda está em fase de finalização.
O objetivo geral do projeto foi ampliar o espaço físico da lancheria visto que a demanda já vinha crescendo há muito tempo. Para tanto, o salão inferior foi ampliado e um salão superior foi criado, aproveitando e reestruturando a marquise existente para tornar possível sua ocupação.
Atuei como colaboradora no projeto, ficando sob minha responsabilidade a parte de interiores e nova fachada.
Na fachada, optamos por uma abordagem mais contemporânea, com marcação do acesso, utilização de materiais diferenciados como a madeira e, é claro, o logotipo do Dadá.




No interior, a grande declividade da cobertura e o baixo pé direito existente acabaram gerando um ambiente com diversos níveis de gesso, onde a iluminação foi toda embutida.
Notem como a pintura do "espelho" do gesso no mesmo tom da parede acabou dando a sensação de pé direito mais elevado, este é apenas um dos truques na hora de escolher onde vai cada cor.
Salão Superior (Novo)

Acesso ao lavatório (independente da bacia sanitária)

Salão Superior (Novo)

Detalhe paginação de piso e parede no WC
Confira como tudo começou!
Início da Reforma Dadá Lanches

Visite o site do Dadá Lanches
www.dadalanches.com.br

sábado, 10 de dezembro de 2011

Um dia na vida de um arquiteto... 11-dez-2011



Dia do Arquiteto!E aí, como foi o seu ano?

Coincidência, ou não, a data comemorativa da profissão cai em uma época de reflexões. Sai o Ano Velho, que venha o Ano Novo. E pra você, arquiteto, como foi seu ano?
Foi um ano de conquistas e agitações para a categoria. Foi um ano marcado pelo início do que estão chamando de "Nova Era" pra profissão, de uma "Nova Arquitetura".

Pois bem, faz um ano da aprovação da lei que instituiu o CAU (Lei 12.378 , de 31 de dezembro de 2010), as eleições foram realizadas, nossos representantes foram eleitos e já tomaram posse.2012 é o ano chave, onde tudo aquilo que está no papel terá que ( obrigatoriamente ) ser efetivamente empregado. Baixada a poeira da "Revolução" agora é hora de realmente tomar posse do território conquistado e passar a planejar e gestionar para que ele obtenha seu desenvolvimento pleno, afinal a conquista é apenas o início do processo e de nada serve um território anexado se este não produz, só gera prejuízo.
Infelizmente o histórico da profissão de arquitetura é muito confuso e acaba não assegurando alguns princípios e direitos básicos ao profissional. É por isso que esta luta tornou-se verdadeiramente uma batalha, pois nós, profissionais de arquitetura e urbanismo, a vimos como única chance de melhorar o panorama geral. É a chance de transformar um devaneio, uma utopia divulgada principalmente e amplamente no meio acadêmico em realidade.
É por isso mesmo que nós, que temos o privilégio de estar vivendo este tempo, temos o dever de, acima de qualquer coisa, NÃO ESTRAGAR TUDO. É agora ou nunca, e já foi dada a largada.A esperança é grande, até mesmo o incomparável Niemeyer mostrou que deposita toda a confiança em nós, que somos o futuro da profissão em seu manifesto aos senadores e deputados em 25 de agosto de 2009.

"Próximo de completar 102 anos de idade eu poderia afirmar que tenho mais de 102 motivos para me manifestar a favor da criação do CAU, mas isso tornaria essa minha manifestação interminável. Entretanto cito Brasília, declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, que, por si só, já demonstra a importância e o reconhecimento da nossa arquitetura e urbanismo no  cenário mundial. Acrescento apenas que a criação do CAU representará o reconhecimento pela sociedade brasileira da importância dos serviços que nós, Arquitetos e Urbanistas, temos prestado à Nação. (...) significará um importante passo para a regulamentação autônoma da nossa profissão, combinado com o mais elevado espírito público de defender e servir com qualidade a sociedade brasileira na prestação dos nossos serviços profissionais."

Queridos colegas, ser arquiteto é muito mais do que construir sonhos, é enfrentar com coragem o dia a dia de uma profissão que tem seus altos e baixos. É saber respeitar as escolhas do cliente, mesmo tendo aprendido melhores alternativas na faculdade; é receber um salário ínfimo só pra seguir o sonho de participar da construção de uma cidade; é se aperfeiçoar a exaustão em campos pouco valorizados; é aprender a respeitar os colegas e agir com ética profissional; é passar madrugadas se dedicando a projetos, planos que muitas vezes os leigos chamam de "estudinhos"...
Enfim, pra ser arquiteto, tem que ter muito mais que um dom divino, uma criatividade sobrenatural...tem que ter muita paciência!
Mas não, não somos loucos, ou melhor, somos. Arquitetura é um estilo de vida, é uma paixão pra vida toda!E, paixão não tem razão de ser, não é mesmo?
Apesar dos pesares, não me imagino fazendo outra coisa e tenho a certeza de que com vocês acontece a mesma coisa.
Abaixo um texto publicado no site da universidade de Princenton, como uma descrição da carreira de arquiteto que, certamente auxiliaria a entender melhor a profissão, para aqueles que optaram por ingressar nela. Uma visão prática e cotidiana da arquitetura:Um dia na vida de um arquiteto...

"Most people enter architecture with a vision, a desire to build, and a pre-discovered engineering ability; unfortunately, most architects don't get to exercise any of these skills until many years after entering the profession. Beginning architects research zoning, building codes, and legal filings, draft plans from others' designs, and build models at the side of a more experienced architect. The accomplished architect doesn't spend as much time as he would like designing, either; he spends it on the phone, in meetings, and consulting closely with his clients. Of the people we surveyed, each was surprised by the amount of time they had to spend “selling” or “explaining” their ideas.The most financially successful architects seemed to be the ones best at communicating their unique vision. Becoming an architect is a long process; spending years as a draftsman or researcher leads those without patience to grow frustrated and dissatisfied with their choice of career. Even after the grueling “weeding out” period, surviving as a working architect is difficult. Most architecture firms employ five or fewer people, and the work firms do is mostly commercial or pre-planned residential housing with strict budget and practical limitations. Only a select few architects get to “design” in the way that most budding architects imagine they will. Perpetual revision of plans based on client needs, contractor inefficiency, and budget strictures are daily features of the architect's life. Plans and priorities have to be reevaluated daily and revised accordingly. One architect said, “Practically every plan you draft will look something like what you build, but don't count on it.” A successful architect needs talent, practical, interpersonal, and organizational skills, and most of all, patience."

Um Feliz Dia do Arquiteto aos bravos resistentes nesta arte de fazer Arquitetura e Urbanismo!



quinta-feira, 27 de outubro de 2011

ArquIdéias: No que isso vai se transformar?


No que isto vai se transformar?
Alguma ideia? Sim, várias... a arquitetura é uma fábrica de ideias...

Aguardem... ;)

Pra quem não descobriu, aqui vai outra dica de onde foi tirada a foto acima...


Dadá Lanches, na esquina da Alm. Barroso com Benjamin Constant. Quem nunca comeu um lanchinho gostoso lá?Poisé, nós estivemos lá também!Confira o novo post!


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

ArquIdéias: Arquitetura de interiores Estar

Hoje vou mostrar mais um projeto de interiores: uma sala de estar em um apartamento de padrão médio! Apesar de ser um espaço pequeno (2,90X4,00m), apostei nas cores vibrantes e não, não ficou um ambiente pesado, apenas refletiu a personalidade da proprietária que é muito ativa e alto astral. É um exemplo de que a harmonia com cores opostas do disco de cores funciona e bem!
A escolha do papel de parede listrado berinjela foi unânime, e as almofadas verde claro deram o "ponto de luz". A cor escolhida pras demais paredes foi e "Cegonha" da Suvinil, um lilás bem clarinho, pra ajudar a ampliar o ambiente, mas sempre usando cor.
O rebaixe central de gesso para embutir a iluminação complementou e deu continuidade ao volume da lareira, que foi todo revestido de pedra palito.
A boa escolha dos materiais foi primordial para que não obtivéssemos um ambiente apertado. [Pelotas|2011]

Apartamento "Carol"

Apartamento "Carol"


Apartamento "Carol"





sexta-feira, 14 de outubro de 2011

ArquiPensamentos: Aparato publicitário e os limites da poluição visual

II Conferência Municipal das Cidades maio 2009


Às vésperas de completar dois anos de sua promulgação, a lei que regula o aparato publicitário em Pelotas ainda não mostra entusiasmo. Em visita ao município, o autor intelectual da Lei da Cidade Limpa em São Paulo, arquiteto Issao Minami diz que a poluição visual em Pelotas já preocupa. No dia 1º de dezembro, termina o prazo para estabelecimentos comerciais se adequarem às novas regras, que entraram em vigor em 2009.
Apesar de estabelecer regras principalmente quanto a proporções de fachadas, a lei pelotense não impõe limitações quanto ao volume de aparatos.A mudança principal do primeiro para o segundo projeto é o percentual da fachada que pode ser ocupado pela publicidade: primeiramente, 3%; no projeto aprovado, 10%. Pequenos aparatos não precisarão de autorizações de acordo com o novo projeto.A notícia vem em ótima hora. A revitalização do patrimônio histórico dependia de uma intervenção no caos que é a disposição da publicidade nos estabelecimentos comerciais em Pelotas, escondendo fachadas, causando percepções negativas aos moradores e visitantes de Pelotas. Além disso, as intervenções publicitárias não destacam os traços culturais e arquitetônicos dessa zona histórica. 
Além da regulamentação das fachadas, ficará proibida a publicidade em placas de trânsito, monumentos, leito de vias públicas etc. 
Nos press releases da Prefeitura e em matéria do Diário Popular,o projeto foi comparado com a “Lei Cidade Limpa” da Prefeitura de São Paulo. Também não é para tanto... na metrópole paulista, foram proibidos os outdoors, bem como todo tipo de publicidade externa.
Pesquisa Datafolha mostrou que em 2007, ano de aprovação do projeto, 63% da população estava de acordo com as mudanças.


Em Pelotas, os outdoors continuarão, embora devam ser mais regulamentados e fiscalizados. Preocupa algumas situações onde este tipo de publicidade começa a caracterizar poluição visual, como, por exemplo, as avenidas Ferreira Viana – Adolfo Fetter (estrada do Laranjal), local onde apenas uma loja possui cinco outdoors em seqüência.
A poluição visual nas cidades é uma preocupação contemporânea. A intervenção é muito mais fácil em cidades que recém começaram a apresentar problemas desse tipo, por isso as cidades menores também precisam começar a estabelecer normas que organizem e limitem a publicidade em meio urbano.


No ano de 2009, tive a oportunidade de participar junto com meus colegas da FAUrb UFPel, da  II Conferência Municipal das Cidades, com a apresentação do Projeto de Extensão “Levantamentos Arquitetônicos e Urbanísticos em Cerrito RS”.
Na Ocasião, apresentamos em grupo e individualmente, os levantamentos realizados durante o oitavo semestre, na disciplina de Projeto Arquitetônico e Urbanístico 8 e que culminaram na elaboração de novas diretrizes para o município, além de novas propostas urbanas e arquitetônicas para este município de grande valor histórico.
Nas diretrizes estabelecidas (trabalho desenvolvido com as colegas arquitetas Lauren Teixeira e Sabrina Rau), destaque para as relativas ao aparato publicitário, que visavam uma coordenação dos elementos nas fachadas, de modo a valorizar a arquitetura típica.









O fato alcançou grande repercussão e teve destaque em alguns veículos de comunicação. Veja algumas reportagens que abordaram o assunto:






quinta-feira, 13 de outubro de 2011

ArquiOlhares: Na memória da minha câmera e na minha [Parte 01]


Já parou para pensar em quantas pessoas têm a fotografia como hobby? E o que atrai tantos amadores e profissionais na arte de capturar e eternizar momentos?

Na vida dos arquitetos, a fotografia acontece por questões práticas. Assim que ingressamos na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, somos instigados a observar o mundo a nossa volta com outros olhos, olhos mais atentos e detalhistas. Assim que concluímos a faculdade, nos vimos diante da necessidade de aprender a fotografar para deixar nossos projetos registrados. 
Arquitetura e fotografia... profissões aparentemente distintas, mas que, no fundo, se completam. 
A fotografia ganha muito com a visão da arquitetura. Os enquadramentos e o uso da luz são muito importantes para uma boa fotografia. Os arquitetos já têm um domínio deste olhar naturalmente. Já a arquitetura ganha uma visão mais artística, o que acaba influenciando o aumento do uso de cores e formas nos projetos.

Arquitetura é minha formação, minha profissão e minha paixão, mas vou aproveitar este espaço pra dividir outra paixão com vocês. Afinal, tudo começa como um hobby... 
Então, queridos leitores, olhos atentos e câmeras em punho, pois a vida está acontecendo lá fora, e como já dizia o grande poeta Cazuza "O tempo não pára" mas pode ser por nós eternizado em uma imagem captada na hora certa!